Reunião da Comisão de Arbitragem com os árbitros - CBA - Comissão Brasileira de Agility
Reunião da Comisão de Arbitragem com os árbitros
Notícia publicada dia: 28/07/2011
Reunião da Comisão de Arbitragem com os árbitros - 23/07/2011 – Dog World

A comissão de arbitragem alertou todos os presentes de que em todas as provas oficias no estado de SP, estará presente um dos seus membros de maneira a fazer a avaliação da atuação dos árbitros da prova.Nas provas fora do estado de SP será nomeado o árbitro mais graduado para fazer essa avaliação.

A Comissão de Arbitragem irá fazer e pedir avaliações rigorosas das atuações dos árbitros, visando a sua ascensão na carreira. Informada aos presentes a possibilidade de descida de categoria.

Lembrado aos árbitros presentes que em uma prova de agility eles são autoridade máxima.

Lembrado aos árbitros de que apenas existe uma regra de agility e assim devem julgar todos os graus da mesma maneira e rigor., respeitando o nível de exigência técnica de cada categoria

Pedida aos árbitros máxima atenção na colocação dos cronometristas e seu auxiliar de modo a que a sua atuação não seja prejudicada.Sempre que ache necessário, deve pedir á secretaria para mudar os cronometristas ou auxiliar, podendo inclusive indicar os seus cronometristas e auxilar.

Mais uma vez informado que cão branco só apedido do árbitro e sendo sempre o primeiro cão a passar na pistae da mesma categoria que dá início à prova. Se o árbitro pede um cão branco e este é midi,tem de começar o julgamento pelo midi.

O cão deve ter idade para a categoria onde vai fazer cão branco, se possível ser sempre de categoria superior.

No caso de cão ou condutor estarem inscritos na etapa terão de já ter competido na sua prova para poder fazer cão branco. (Ex competiu no agility grau2 pode fazer cão branco no agility grau 3)

Medição da pista deve ser feita pelo trajeto que a maioria dos cães vai fazer e não da maneira que o juiz considere ideal.( Ver Guidelines )

TOQUE

Toque involuntário que não traga vantagem á dupla; NÃO MARCAR NADA.

Toque involuntário ou não, que traga vantagem á dupla: DEVE MARCAR-SE FALTA.

Toque que impeça uma eliminação; DEVE ELIMINAR POR CONDUTA INCORRETA, FALTA DE FAIR PLAY.

DESTRUIÇÃO DE OBSTÁCULO

Sempre que um obstáculo seja destruído, mas fique clara a linha imaginária onde o cão devia passar, DEVE O ÁRBITRO DEIXAR A DUPLA CONTINUAR A SUA PROVA.

Sempre que um obstáculo seja destruído, mas não fique clara a linha imaginária onde o cão devia passar, ou esta passagem representar risco para a dupla, DEVE O ÁRBITRO ELIMINAR A DUPLA.

PNEU

Sempre que um cão ao passar o pneu, o desviar da sua posição inicial, entende-se que o animal fez banking para passar e assim deve ser marcada uma falta.

Quando o animal bater no pneu e não o ultrapassar, deve-se considerar REFUGO, seo obstáculo ficar desviado da sua posição inicial, lateralmente, entende-se que a pista deixou de ser a mesma e assim a dupla DEVE SER ELIMINADA.

Esta maneira de julgar tem como base o novo pneu desmontável, que pode vir a ser utilizado, e que em caso de abertura será a dupla penalizada com FALTA



REFUGO

Mais uma vez lembrado as linhas de refugo, inversão do sentido da corrida e que os árbitros têm de ser mais rigorosos na sua marcação.



OUT

MEDIDAS A UTILIZAR NO OUT, ENTRE O OBST. ANTERIOR E A LINHA DE REFUGO DO OUT.


Lembrado mais uma vez como se julga o refugo no “OUT” e solicitado aos árbitros que, na categoria iniciantes, utilizem o “OUT” de maneira que a trajetória média leve o cão ao lado correto de abordagem do óbstáculo.



Iniciante 1 a 1,5 metros e o obstáculo anterior mais afastado lateralmente

Grau 1 de 1,5 a 3 metros, podendo fechar mais um pouco lateralmente

Grau 2 e 3 a partir de 3 metros

ZONA DE APROXIMAÇÂO

Normatizar para todos os árbitros e graus como 1,5 metros a zona de aproximação em relação ao obstáculo seguinte.



SLALOM

Relembrar linhas de recusa,julgamento do slalom, conforme imagem acima.

CASOS DE FORÇA MAIOR

Se o juiz tiver de parar a prova em determinado momento, sem culpa do cão ou condutor, deve ser dada uma nova chance de partida a essa dupla.

Serão contabilizadas todas as faltas e ou refugos até ao ultimo obstáculo executado pela dupla. Até esse ponto não deve o juiz marcar nenhuma falta ou refugo, mas deve a dupla fazer essa segunda passagem pela ordem normal dos obstáculos e de maneira correta, ou seja, em caso de o cão ir, por exemplo, do obstáculo 6 para o 9, deve voltar e fazer o obstáculo 7 e assim sucessivamente. Nesse caso, o erro de percurso deve ser considerado “perda de tempo”. A partir do ultimo obstáculo feito pela dupla na primeira passagem, deve o árbitro julgar normalmente.

Se a dupla realizar esta segunda passagem em termos que o juiz considere não aceitáveis, tirando partido dessa segunda passagem, pode o juiz eliminar a dupla.

Se essa repetição tiver de ser seguida,pela última dupla da categoria, deveráo árbitro dar dois minutos de descanso à dupla.

Mais uma vez a comissão de arbitragem coloca-se á disposição de todos os colegas, para tirar duvidas e ajudar no necessário.

Todas estas informações são de aplicação imediata.

Desejamos a todos as maiores felicidades para as suas atuações.

São Paulo, 26 de Junho de 2011

Artur Pires
Dan Wroblewski
Henrique Garcia

Central de Carteiras
Últimas Solicitações
Renovação de Carteira
Novas Carteiras
Buscar uma Carteira
Noticias