<b>8 de MARÇO – Parabéns Atletas do Agility!</b> - CBA - Comissão Brasileira de Agility
8 de MARÇO – Parabéns Atletas do Agility!
Notícia publicada dia: 08/03/2013
O Agility não tem idade!

Elas são avós, mães, esposas, filhas, e namoradas. Elas são donas de casa, profissionais, instrutoras, juizas e alunas.

Elas correm? Não, na verdade elas dançam em pista, como bailarinas nos palcos! As mulheres do agility são atletas completas, que entram em pista para dar o seu melhor, para superar seus limites e vibrar a cada obstáculo perfeito.

Elas suam, elas choram, elas gritam, elas berram, elas sentem dor, elas gargalham, elas vibram, elas dirigem longos caminhos, mas não deixam de lado a doçura e a suavidade de ser mulher.

Elas lançam moda, se enfeitam, se perfumam, se arrumam para cada pista e assim dão um toque todo especial às competições, em um lindo espetáculo de beleza, garra e alegria.

Parabéns Guerreiras do Agility pelo seu dia!

Não é à toa que este esporte é dominado por vocês!

O poema abaixo é uma homenagem a vocês mulheres, é de autor desconhecido e um pequeno presente e o nosso obrigada para todas as duplas femininas que fazem o Agility Brasileiro cada dia melhor.

MULHER

Ser mulher... É viver mil vezes em apenas uma vida. É lutar por causas perdidas e sempre sair vencedora. É estar antes do ontem e depois do amanhã. É desconhecer a palavra recompensa apesar dos seus atos.

Ser mulher... 
É caminhar na dúvida cheia de certezas.
É correr atrás das nuvens num dia de sol.
 É alcançar o sol num dia de chuva.

Ser mulher... É chorar de alegria e muitas vezes sorrir com tristeza. É acreditar quando ninguém mais acredita. É cancelar sonhos em prol de terceiros. É esperar quando ninguém mais espera.

Ser mulher... É identificar um sorriso triste e uma lágrima falsa. É ser enganada, e sempre dar mais uma chance. É cair no fundo do poço, e emergir sem ajuda.

Ser mulher... É estar em mil lugares de uma só vez. É fazer mil papeis ao mesmo tempo. É ser forte e fingir que é frágil... Pra ter um carinho.

Ser mulher... É se perder em palavras e depois perceber que se encontrou nelas. É distribuir emoções que nem sempre são captadas.

Ser mulher... É comprar, emprestar, alugar, vender sentimentos, mas jamais dever. É construir castelos na areia, vê-los desmoronados pelas águas. E ainda assim amá-los.

Ser mulher... É saber dar o perdão... É tentar recuperar o irrecuperável. É entender o que ninguém mais conseguiu desvendar.

Ser mulher... É estender a mão a quem ainda não pediu. É doar o que ainda não foi solicitado. Ser mulher... É não ter vergonha de chorar por amor. É saber a hora certa do fim. É esperar sempre por um recomeço.

Ser mulher... É ter a arrogância de viver apesar dos dissabores, das desilusões, das traições e das decepções. Ser mulher... É ser mãe dos seus filhos... Dos filhos de outros. É amá-los igualmente.

Ser mulher... É ter confiança no amanhã e aceitação pelo ontem. É desbravar caminhos difíceis em instantes inoportunos. E fincar a bandeira da conquista.

Ser mulher... É entender as fases da lua por ter suas próprias fases.


Autor Desconhecido

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