Entrevisa com <b>Lisa Frick</b> - CBA - Comissão Brasileira de Agility
Entrevisa com Lisa Frick
Notícia publicada dia: 06/05/2013

Lisa durante o Seminário que ministrou no Brasil em abril de 2013. Foto by Manoel Morais Jr.

Não é preciso muita introdução para Lisa Frick. Fenômeno do agility atual, a tricampeã mundial de apenas 22 anos veio ao Brasil numa rápida passagem para nos ensinar como chegou a essa marca incrível dentro do esporte.

Lisa respondeu nossas perguntas sobre como foi a experiência de ensinar no Brasil.

CBA: Como você conheceu o agility? Conte-nos um pouco da sua trajetória no esporte.
Lisa: Eu era muito nova quando fui a uma competição pela primeira vez. Eu sempre gostei muito de animais, especialmente cães. Quando vi no jornal que haveria uma competição com cães, fiz de tudo para meus pais me levarem para assistir. Desde então eu quero praticar o esporte, mas eu era muito nova na época (acho que eu devia ter 7 anos).
Quando fiz 14 anos, eu finalmente ganhei meu primeiro cão, o Mike. E com ele eu comecei a treinar agility e fui mordida pelo „vírus do agility“. 

Lisa e Hoss no Mundial 2012 em Lieven.

CBA: O que você acredita ser o mais importante para o treino de agility? E para as competições?
Lisa: A coisa mais importante é que o Agility sempre deve ser divertido para você e para o seu cão.

CBA: Como o agility se encaixa na sua rotina? Que outras atividades você faz com seus cães?
Lisa: Normalmente nós treinamos 2-3 vezes por semana, mas sempre treinos muito curtos. Sim, eu sou meio preguiçosa nesse sentido ?. Agility é só uma pequena parte da vida para nós. Nós vamos nadar com frequência (quando o clima está parecido com o clima brasileiro) e sempre fazemos longas caminhadas. E muitas vezes simplesmente ensino truques novos. 

CBA: Como foi a experiência de dar seminários no Brasil?
Lisa: Foi simplesmente muito bom. Eu amei o jeito louco dos brasileiros e especialmente a mentalidade aberta – eu espero poder voltar e ficar mais tempo.

CBA: Quais você acha são as maiores dificuldades que os brasileiros tem para treinar ou conduzir? O que você pensa que pode ou deveria melhorar?
Lisa: Eu acredito que os condutores brasileiros estão no caminho certo. Eles são muito abertos para aprender coisas novas e entendem muito bem o estilo europeu de se conduzir. Continuem trabalhando assim, eu gosto!

English Version

There is no need of much introduction for Lisa Frick. A phenomenon in dog agility, the triple world champion came to Brazil to teach us the style of handling that took her so many times to the highest place in the podium. Lisa answered our questions about her experience teaching in Brazil.

CBA: How did you meet agility? Tell us a little bit of your path in the sport.
Lisa: I was in young age once at a competition for watching. I always liked animals, especially dogs. I saw in the newspaper that there will be a competition with dogs – so I forced my parents to go there and watch it. From that time I wanted to do that, but I was still too young (about 7 years maybe).

With 14 years I finally got my first own dog, a Border Collie named Mike. And with him I started to do Agility and got the „Agilityvirus“

CBA: What do you think is most important for agility training / competition?
Lisa: The most important thing is that Agility has to be fun for you and your dog. 
 

CBA: How does agility fit in your rotine? What other activities do you do with your dogs?
Lisa: Normally we are training 2-3 times per week, just for short time. Yes, I am a little bit lazy in that case ?. Agility is just a small part for us. We are going often for swimming (if the weather is like in Brazil ?) and for walking. And sometimes I am motivated to teach them new tricks.

CBA: What was like to teach seminars in Brazil?
Lisa: It was just great. I love the crazy brazilian people and especially the open mentality – I hope I can go there again for more days.

CBA: What do you think are the biggest difficulties brazilian handlers have in training or handling? What do you think should / could get better?
Lisa: I think brazilian handlers are on the right way. They are very open to learn new things and they understood very well to the european handling style. Just keep on working like this – I like it!


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