<b>Marta e Tiago entrevistam Luis Narciso</b> - CBA - Comissão Brasileira de Agility
Marta e Tiago entrevistam Luis Narciso
Notícia publicada dia: 02/07/2008
Após mais um final de semana, encerramos o Campeonato Brasileiro com o julgamento do Luis Narciso. Tivemos uma entrevista antes da prova e agora contamos com a ajuda de Tiago Rocha e Marta Pires para uma entrevista pós-prova, onde saberemos um pouco mais sobre a opinião do Luis Narciso em relação ao Agility Brasileiro. Vamos à entrevista!

-Desde a última vez que aqui esteve sentiu algumas mudanças no agility em termos de duplas?
Sim, houve um aumento de qualidade em termos de técnica de condução, mas acima de tudo é muito notório o aparecimento de um grande número de duplas novas (até em termos de idade) que seguramente serão o futuro do Agility Brasileiro. Foi com grande carinho que julguei o menino de 7 anos de idade (que não me recordo o nome)*, assim como a D. Mitsui que é um exemplo de vida para todos nós. Mas o que é surpreendente é o grande número de duplas novas que eu não conhecia e com um nível técnico invejável. * Luis Narciso falava do Thomas, condutor da Juju que se sagrou Campeão Grau I Midi nesse final de semana.

- O Agility Brasileiro superou as expectativas?
Conheço o agility brasileiro quase desde o princípio e este ano fiquei deveras surpreendido com o número de duplas de elevado nível nas três classes. Fico expectante até Outubro para ver os resultados do Mundial na Finlândia. Um dos factores de avaliação de qualquer modalidade é perspectivar o seu futuro, se são sempre os mesmos a praticar a modalidade ou se está a haver uma renovação através das camadas mais jovens que alicercem de forma sustentada o seu futuro. Penso que é isso que está a acontecer no agility brasileiro. Parabéns.

-O Brasil implantou um novo sistema de pré-seleção para os mundiais. Qual a sua opinião?
Ainda não é possível dar. Só se pode avaliar um novo sistema de pré-seleção depois de ter sido implantado. Poderá haver pequenos problemas que só poderão ser avaliados durante o decorrer do novo sistema. Responderei a esta pergunta para o ano.

-Qual é a sua opinião sobre os selecionados pelo ranking para representarem o Brasil na Finlândia?
O Campeonato do Mundo é sempre um evento em que o factor sorte é muito importante. Em qualidade absoluta das duplas selecionadas pelo ranking, penso que não é imodéstia sonhar com medalhas! Existe elevada técnica de condução, excelentes cães e muita maturidade em pista. Estes são os principais requisitos para o sucesso.

-O que achou da organização da prova?
Sem nada a dizer. Eficiente, pontual e sempre agradável e simpática. No meu ponto de vista (como juiz) nada falhou.

-Como foi a palestra para árbitros?
Penso que é difícil ser juiz em causa própria, mas foi uma palestra ligeira em que se discutiram alguns conceitos, se questionou a interpretação de algumas situações que podem levantar dúvidas e finalmente ficaram definidos alguns pontos como diretrizes futuras para a uniformização dos julgamentos no Brasil. Foi muito positiva e tenho muito orgulho em ter participado nela.


-O Pet Memorial (onde foram realizadas as últimas etapas do Campeonato Brasileiro), em sua opinião, é um lugar adequado para realizar o Américas e Caribe?
É um espaço magnífico. Desde que o juiz seja informado das dimensões e forma do ringue, é um local excelente para a realização de grandes eventos. É bonito, reúne as condições necessárias para a realização de eventos deste tipo e o piso sintético revelou-se bastante bom.

Entrevista feita por Tiago Rocha e Marta Pires Introdução feita por Renan Campos.

A CBA agradece ao Tiago e a Marta pela entrevista e ao Luis Narciso, por responder nossas perguntas e o julgamento desse final de semana.

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