<b>Na pré pista:</b> com Edson - CBA - Comissão Brasileira de Agility
Na pré pista: com Edson
Notícia publicada dia: 07/04/2009
Após algum tempo, voltamos com mais um na Pré Pista!

Dessa vez, mais uma dupla que sempre está presente nas provas de Agility. Lembro quando comecei no Agility, quantas vezes vi o Joselito voar da gangorra, pular uma zona de contato, e o Edson correndo. Cada prova era algo que melhorava, as vezes algum erro voltava, e pouco a pouco a dupla foi se acertando até chegar ao Grau 2.

Edson é instrutor no Cão Bala e podemos dizer que graças a ele temos muitos Jack Russel competindo no Agility.

Confira agora o Na Pré Pista com o Edson!

“Conheci o Agility na Abrafa. com minha labradora Meg, a levei lá para ter aulas de obediência. Foi ai que comecei a prestar atenção nos outros cães e condutores, achava aquele monte de gente fazendo balé na frente dos obstáculos todos loucos, e pensei assim até a Meg dar o primeiro salto e vencer o obstáculo. Neste momento acho que contrai também o bichinho do Agility e quanto mais treinava, mais queria treinar.

Tive a oportunidade de participar de um curso de Agility com Jeanne Dan e perguntei a ela: ‘Se você não tivesse um Border Collie, com qual cão competiria?’. Ela me respondeu que seria um Jack Russell. Nesse momento surgiu a curiosidade sobre esta raça, aí comecei uma grande pesquisa para saber mais sobre os Jack Russell. Então resolvi que eu queria um, levei quase 7 meses para encontrar a Krika que foi minha primeira fêmea dessa raça.

Bem falar dos meus cães é muito fácil, afinal amo muito todos eles. Hoje tenho a Meg (Labrador com quem comecei no Agility), Krika, Cléo, Joselito e o mais novo membro da família, Pancho Villa, todos Jack Russell.

Realmente me identifiquei muito com a raça Jack Russel Terrier, eu gosto deles porque são inteligentes, espertos, brincalhões, tem uma personalidade marcante e forte, e admiro isso em um cão.

O Joselito foi um desafio desde o inicio dos treinos, tive que aprender a conduzi-lo diferente do habitual, por que ele é muito rápido e pequeno e é muito fácil perdê-lo do campo visual. Por ele ser tão rápido, eu sabia que quando acertasse o ponto eu conseguiria passar de grau, mas só com muito suor derramado.

Mas conseguimos e isso me deixa muito feliz. Valeu todo treino, paciência e suor derramado.

Não considero loucura tudo que fiz pelo agility, foi meio que planejado, por que sempre encarei como um esporte.

A maior alegria que o Agility me deu foi ter conseguido passar o Joselito para o Grau 2. Fora isso, ao longo desses anos, o Agility e a Cão Bala me trouxeram muitas alegrias, fiz muitos amigos, meus cães, tudo isso me dá muita alegria.

Quero para o futuro no Agility nunca parar de aprender, continuar trabalhando para o desenvolvimento do Agility e apurar técnicas de treinamento.

Hoje o Agility já faz parte da minha vida, vejo nesse esporte a disciplina, velocidade, alegria, diversão, satisfação por cada obstáculo vencido.

Não tem coisa melhor do que ver a alegria dos cães fazendo Agility, o brilho nos olhos deles é impagável.”

Edson Chagas

*Introdução: Renan Campos
renan@agilitybr.com.br

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